Revisitando rapidamente meus últimos post, vi que estava um pouco prolixo na hora de comentar sobre os assuntos. Dessa forma, decidi que este texto será mais sucinto e caso goste me manterei nesse estilo. Sigamos com a crítica proposta na aula de AIA do dia 10/04. .GIF comentado será o da aluna Samara Moura ( Samara Moura GIF ) A ideia de Samara é simples, mas eficaz: a famigerada rosa feita por Layla em loop giratório, interrompida por uma "parede" de papel. No entanto, apesar da eficácia, várias coisas me incomodaram nesse GIF, como fato que a rosa para de girar quando a parede aparece, como a parede aparece de uma vez, mas vai descendo aos poucos e como se consegue perceber quando o GIF acaba e termina. Além do mais, a parede não combina com a tonalidade da "rosa". .O segundo GIF comentado será o da Ana Luiza Rodrigues Bonilla. (GIF ainda não postado) O GIF tem uma ideia boa, um jogo com corredores, o que revela uma boa criatividade. No entanto, algumas coi...
No ano de 1982, estreava nos cinemas o filme de ficção científica "Blade Runner" que mudaria o gênero e o cinema para sempre. A obra conta a história de um caçador de androides que caçam os chamados "replicantes", robôs criaram consciência e vivem infiltrados na nossa sociedade. O filme aborda as questões filosóficas por trás disso e analisa se esses robôs podem pensar como seres inteligentes, coisa que é ainda mais explorada no livro que deu origem ao filme. Ao contrário do que o raciocínio lógico indica, "Blade Runner" foi inspirado não no livro de mesmo nome, mas sim no livro do Philip K. Dick nomeado " Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?". Na última aula de AIA, no dia 30/03, foi proposta uma discussão sobre os temas trabalhados e sala e nos últimos posts, por isso, hoje, iremos comentar e debater mais aprofundadamente sobre Inteligências Artificiais. O começo do texto eu citei duas obras que vão dialogar muito com o nosso texto hoje, ma...
Na aula de AIA do dia 06/04 foi proposta uma critica ao livro Filosofia da Caixa Preta e é isso que faremos hoje. Gostaria de deixar claro que quando esse post está sendo publicado eu não terminei o livro completo, então a discussão será baseada nas discussões da sala e até onde eu li (aproximadamente um terço do livro). Como é de costume meu, falarei como se seguirá o texto: O texto terá os dois pontos que eu acho mais relevantes sobre o texto do Flusser, sendo o primeiro a relação, humano-tecnologia e por último como lidaremos com o futuro. Não é estranho como apesar de ter criado o celular, o ser humano, hoje, quase não consegue viver sem ele? Como a tecnologia entrou sem um caminho de volta sobre a nossa vida? Esses questionamentos são coisas abordadas o tempo todo nesse texto que é como nossas criações nos fizeram reféns de nós mesmo. Apesar do livro ter décadas, esse diálogo nunca foi tão atual, hoje vivemos a mercê dos nossos celulares e computadores, se estamos sem e...
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